A linha que separa ( não,não é a do anúncio! ), o bem do mal,é inacreditávelmemte ténue. Depende da perspectiva, do sentimento, e por vezes do interesse de cada um. É, por consequência, muito relativa. O mesmo acontecimento pode ser bom, para uns, mas mau para outros. Existe ainda o paradoxo, de ao praticar-se subjectiva e objectivamente qualquer um deles, em simultâneo aparecer o outro, como as duas faces da moeda. Veja-se por exemplo, o caso da escolha de um candidato para determinada função, que no momento em que é feita, é um bem para o eleito e indubitávelmente um mal, para os preteridos. Esta distinção, ao ter tantos vectores a considerar,
torna-se num verdadeiro emaranhado de fios, de difícil destrinça, nunca se sabendo em qual dos lados nos situamos.
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